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O ala croata Mario Hezonja deixa o Real Madrid e retorna à liga americana. É o retorno de um dos casos de promessa desperdiçada que marcou a década passada.
Mario Hezonja é aquele tipo de jogador que faz a torcida lembrar 'podia ter sido'. Foi 5º pick do draft de 2015 — uma das escolhas mais altas de uma possível geração de sucesso croata — mas nunca decolou na NBA como esperado. Passou por Magic, Sixers, Knicks e Trail Blazers sem conseguir estabelecer seu espaço. Depois de um tempo errando pela liga, o caminho natural foi voltar à Europa, onde jogou no Real Madrid, um dos clubes mais tradicionais do basquete europeu.
Agora, aos 28 anos, Hezonja tenta um novo recomeço na NBA. Não está claro ainda para qual franquia ele irá — a torcida brinca que seria Denver Nuggets, mas sem confirmação oficial. O que se sabe é que ele abriu mão de um contrato estável na Europa e entra no mercado de agentes livres americano.
Na época do draft, Hezonja era uma 'late riser', termo usado quando um jogador sobe muito em projeções nos últimos meses antes da escolha. Ao lado de Dario Saric (outro croata), havia esperança de montar uma dupla formidável que levaria a Croácia a conquistas no basquete internacional. Os planos mudaram.
Voz da torcida
- “"Cara, eu apostava pesado que o Mario ia bombar. Era uma das minhas promessas favoritinhas naquele draft"”
- “"Pera aí, ele não é aquele que era considerado 'não tão branco' para os Lakers? (isso é uma zoação, claro)"”
- “"Reputação dele na liga sempre foi meio suja, né. Sempre houve umas questões off-court"”
- “"Eles chamar o Giannis de Honda Civic é de doer, viu"”
- “"Que volte Game of Zones pra gente, precisamos disso de novo"”
Guia rápido
- 5º pick (draft de 2015) — uma das escolhas mais altas no começo da NBA, significava ser considerado entre os cinco melhores talentos da coorte
- late riser — jogador que sobe drasticamente nas projeções nos últimos meses antes do draft; geralmente indica descoberta tardia de talento, embora nem sempre funcione
- Real Madrid — um dos maiores clubes de basquete europeu, onde Hezonja jogou antes de retornar à NBA
- agente livre — jogador sem contrato que pode assinar com qualquer franquia; aqui, Hezonja entra no mercado aberto
Resta saber qual time aposta nessa segunda chance e se Hezonja consegue fazer melhor do que na primeira passagem.
A “voz da torcida” é adaptada das reações no tópico do r/nba. Fonte: tópico original (Reddit)