A Forbes aponta que a agência livre restrita tem reduzido as opções e o potencial de ganhos de jogadores da NBA. O tema pode entrar nas próximas negociações do acordo coletivo entre a liga e a associação dos atletas.
O texto cita Walker Kessler, que acertou um contrato de quatro anos e US$ 130 milhões (cerca de R$ 702 milhões) em uma sign-and-trade com o Los Angeles Lakers. Também menciona Jonathan Kuminga, Quentin Grimes, Jalen Duren, Bennedict Mathurin e Peyton Watson como jogadores que tiveram poucas alternativas ao chegar à agência livre restrita.
Quentin Grimes aceitou a qualifying offer de um ano e US$ 8,7 milhões (aproximadamente R$ 47 milhões) antes de assinar por quatro anos e US$ 60 milhões (cerca de R$ 324 milhões) com os Lakers. Já Kuminga fechou com o Golden State Warriors por dois anos e US$ 46,8 milhões (aproximadamente R$ 252,7 milhões), foi trocado para o Atlanta Hawks em fevereiro, e a franquia recusou a opção do segundo ano.
A agência livre restrita permite que o time atual iguale uma oferta feita por outra equipe, o que, segundo o material, pode desestimular o interesse nos jogadores. O artigo também cita o impasse entre Duren e o Detroit Pistons e afirma que a NBPA poderia buscar mudanças para ampliar as opções dos atletas.
Guia rápido
- Agência livre restrita — Modalidade em que a equipe atual pode igualar uma oferta feita por outro time ao jogador.
- Qualifying offer — Oferta de contrato de um ano que pode ser aceita por um agente livre restrito.
- Sign-and-trade — Operação em que um jogador assina com uma equipe e é imediatamente enviado para outra.
- Segundo avental — Faixa superior da estrutura de impostos de luxo da NBA, com regras adicionais para equipes que ultrapassam esse limite.
O texto não detalha quais soluções a associação dos jogadores poderia apresentar para mudar a agência livre restrita.
Fonte: Forbes