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Debate: Brandon Roy iria ao Hall da Fama sem as lesões no joelho?

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Não é notícia do dia: é saudade com discussão. A torcida lá fora reabriu o ‘e se’ de Brandon Roy, ídolo dos Trail Blazers (franquia de Portland) no fim dos anos 2000 — ele teria chegado ao Hall da Fama se os joelhos não tivessem encerrado a carreira tão cedo?

No fórum da NBA, o consenso informal é que Roy vive no chamado Hall-of-Very-Good: o andar de jogadores excelentes que, por auge curto, ficam do lado de fora do Hall da Fama. A provocação é simples. Sem as lesões crônicas no joelho, o armador que foi Calouro do Ano e três vezes All-Star — convocado à elite da liga, ainda que por um recorte breve — teria juntado currículo para Springfield?

Quem defende o sim aponta o respeito dos pares. O nome que mais pesa nas reações é o de Kobe Bryant (ala-armador dos Lakers e um dos maiores da história): fãs relembram o craque dizendo que Roy era o adversário mais difícil de marcar, porque o jogo dele não tinha ponto fraco, e que ninguém o incomodou tanto nos dois lados da quadra. Também volta o jogo de 52 pontos — noite explosiva, daquelas em que o ginásio inteiro acredita que nasceu um rival de geração.

O estilo entra no retrato: Roy não parecia acelerar e mesmo assim passava do marcador, comparação que a galera fez com Luka Dončić (armador esloveno, estrela atual da NBA). Do outro lado, o histórico médico corta o romantismo da quadra ‘amaldiçoada’ de Portland. Comentários lembram que a cartilagem do joelho já estava quase inexistente quando ele saiu da Universidade de Washington — o problema veio antes, não só depois de vestir o uniforme dos Trail Blazers. Aquele elenco inteiro, aliás, entrou para o folclore da má sorte.

Voz da torcida

  • “Se o Roy não se machuca, é all-timer. Acabou a discussão.”
  • “O respeito de quem jogou contra ele é o recado: era primeira prateleira.”
  • “O Kobe falou que ninguém o incomodou tanto nos dois lados da quadra quanto o BRoy. Elogio pesado.”
  • “Vi os 52 pontos ao vivo e jurei que ele ia rivalizar com o Kobe, se não passar. Quando deu pra ver que estava acabado, doeu.”
  • “Tinha um pouco de Luka: parecia que não acelerava nunca, mas passava do marcador sempre.”

Guia rápido

  • Brandon Roy — armador dos Trail Blazers no fim dos anos 2000, Calouro do Ano e três vezes All-Star; a carreira foi encurtada por lesões crônicas no joelho
  • Hall of Fame — o Hall da Fama do basquete, em Springfield; honra os maiores da história da modalidade, não só da NBA
  • Trail Blazers — franquia de Portland, Oregon; time de Roy na época de auge e palco do debate sobre a ‘quadra amaldiçoada’
  • Kobe Bryant — ala-armador dos Lakers e um dos maiores da história; o elogio dele a Roy é o argumento que mais pesa entre os fãs
  • All-Star — jogo das estrelas da NBA; ser convocado três vezes coloca o jogador no patamar de elite da liga
  • Luka Dončić — armador esloveno, estrela atual da NBA; fãs compararam o ritmo ‘lento, mas imparável’ de Roy ao dele

O Hall da Fama de Roy segue no campo do ‘e se’, mas o nome dele não sai de cena sempre que a liga lembra de carreiras interrompidas cedo demais.

A “voz da torcida” é adaptada das reações no tópico do r/nba. Fonte: tópico original (Reddit)