A NBA trabalha com um teto salarial projetado de US$ 174 milhões (cerca de R$ 939,6 milhões) para 2027/28, base usada nas primeiras estimativas dos contratos máximos. O valor oficial só será definido no próximo verão.
Segundo o Hoops Rumors, extensões de contrato assinadas na temporada 2026/27 já estão entre os acordos mais valiosos do período, e ambas foram estruturadas como contratos máximos. A projeção de cinco anos para jogadores que renovam com a própria equipe chega a US$ 353,2 milhões (cerca de R$ 1,91 bilhão) no grupo com pelo menos dez anos de experiência.
A extensão de Victor Wembanyama com o San Antonio Spurs está na faixa de até seis anos de experiência e não inclui a cláusula Rose, que poderia elevar o salário inicial para 30% do teto caso ele entrasse no All-NBA em 2027. Já a extensão de Donovan Mitchell com o Cleveland Cavaliers, válida por quatro anos, é projetada em US$ 272,8 milhões (cerca de R$ 1,47 bilhão).
Para um jogador que trocar de equipe na agência livre, a projeção máxima é de quatro anos, com reajustes anuais de 5%. O contrato pode superar US$ 187 milhões (cerca de R$ 1,01 bilhão) para atletas com até seis anos de experiência e chegar a US$ 224,5 milhões (cerca de R$ 1,21 bilhão) para quem tem entre sete e nove anos.
Guia rápido
- Contrato máximo — É o limite salarial permitido pela NBA para um jogador, calculado conforme seu tempo de experiência e o teto da liga.
- Cláusula Rose — É uma regra que pode permitir salário inicial de 30% do teto a um jogador que atinja determinados critérios de desempenho, como uma seleção para o All-NBA.
As cifras ainda são estimativas, porque o teto salarial de 2027/28 não foi oficializado pela NBA.
Fonte: Hoops Rumors