O Knicks não tem pressa em preencher sua 14ª vaga no elenco. É a abordagem da franquia para maximizar cada posição, observando mercado de trades e free agency.
O time está em posição singular na NBA: é o único que ainda não assinou um jogador para contrato two-way, e um de apenas dois com 14 ou menos jogadores em contrato para a próxima temporada. Sob a liderança de Leon Rose, a ênfase é em flexibilidade — manter opções abertas para decisões futuras. Isso continua mesmo após o primeiro título da franquia em 53 anos.
O Knicks pode estar considerando um trade, usando salários mais baixos em seu elenco para trazer um jogador de impacto imediato. Outra possibilidade é esperar pelas primeiras rodadas de treinos de pré-temporada, deixando jogadores competirem pela vaga — estratégia semelhante à do ano passado, quando Landry Shamet garantiu a vaga final. Há também a opção de aguardar cortes de equipes com rosters cheios, aproveitando o mercado secundário.
O Knicks tentou recentemente contratar Moussa Cissé, restricted free agent do Mavericks, mas Dallas igualou a proposta e manteve o jogador. Também parece relutante em investir em centros disponíveis — como Kelly Olynyk, Nick Richards ou Bismack Biyombo — preferindo confiar em Karl-Anthony Towns e Andre Drummond no garrafão. A inatividade recente da franquia sinaliza que não está entusiasmada com as opções de free agency disponíveis.
Guia rápido
- Two-way deal — Contrato que permite ao time deslocar jogador entre NBA e G League (liga menor de desenvolvimento).
- Moussa Cissé — RFA do Mavericks que o Knicks tentou contratar, mas Dallas igualou a proposta.
- Restricted free agent (RFA) — Jogador na free agency cuja equipe anterior tem direito de igualar ofertas de rivais.
O Knicks preencherá a 14ª vaga e os três spots two-way antes do início da temporada regular.
Fonte: The New York Times